quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Libertação

Almas poderosas desta terra
Fazei de mim estranha evasão,
Convertei a constante guerra
Em momentos dóceis de libertação.

Libertai a sensação
De ser sentinela do alento
E gritai com todo o coração:
Sou filho do brando vento.

Assim, são os conceitos definidos
Deste hino de glória cantado,
Soltai as amarras dos sentidos
E voai pelo prado molhado.

Olhai a imensidão verdejante
Da calmaria de ser natureza
Em rodopio viajante
Nos elementos da beleza.

2 comentários:

Paula disse...

Muito bonito este poema "Libertação"

Escreve muito bem!
Parabéns pelo blog.

Abraço

Maria Anjos Varanda disse...

Muito bonito e muito bem escrito este poema...gostei imenso.
Parabéns!!

E obrigada pela visita ao blog de apoio à Rita.

Beijos e bom fim de semana